Das Espanhas
Chegam notícias da entrevista que o PR português deu a um jornal do país vizinho.
A primeira entrevista após tomada de posse foi concedida a um jornal estrangeiro; o facto causou grande comoção nos meios comunicacionais portugueses.
A questão reside na relevância de tal facto, era exigível que a mesma fosse dada em Portugal?
Pessoalmente considero irrelevante.
As Espanhas continuam a apresentar resultados extraordinários comparativamente ao nosso país; os espanhóis têm conseguido organizar-se, disciplinar a vertente pública e permitir a liberdade da iniciativa privada e da criação de riqueza. Os impostos, mais baixos que em Portugal, são uma das razões para tal.
Enquanto Espanha avança e vai conquistando o seu lugar na cena europeia; Portugal vai ficando para trás, não em reporte a uma UE a 15, mas já no quadro de uma UE a 25!
Não tarda muito, numa bela manhã de nevoeiro, Portugal acorda e está no final da cauda da UE a 25.
Razões, muitas. Portugal estagnou, os portugueses estão deprimidos, a economia é de papel cochet, e os idos de Eça e Ortigão teimam em permanecer.
As Espanhas? Essas, embora aos solavancos separatistas, continuam de boa saúde e recomendam-se.
Olé!
A primeira entrevista após tomada de posse foi concedida a um jornal estrangeiro; o facto causou grande comoção nos meios comunicacionais portugueses.
A questão reside na relevância de tal facto, era exigível que a mesma fosse dada em Portugal?
Pessoalmente considero irrelevante.
As Espanhas continuam a apresentar resultados extraordinários comparativamente ao nosso país; os espanhóis têm conseguido organizar-se, disciplinar a vertente pública e permitir a liberdade da iniciativa privada e da criação de riqueza. Os impostos, mais baixos que em Portugal, são uma das razões para tal.
Enquanto Espanha avança e vai conquistando o seu lugar na cena europeia; Portugal vai ficando para trás, não em reporte a uma UE a 15, mas já no quadro de uma UE a 25!
Não tarda muito, numa bela manhã de nevoeiro, Portugal acorda e está no final da cauda da UE a 25.
Razões, muitas. Portugal estagnou, os portugueses estão deprimidos, a economia é de papel cochet, e os idos de Eça e Ortigão teimam em permanecer.
As Espanhas? Essas, embora aos solavancos separatistas, continuam de boa saúde e recomendam-se.
Olé!